SOBRE NÓS

Resta Um é um projeto que surge do desejo comum entre duas amigas atravessadas pela psicanálise lacaniana. Desejo de pensar a psicanálise no um a um mas também com outros.

Assim como no jogo de mesmo nome, acreditamos que o vazio permite novos movimentos, e aquilo que resta desses movimentos, sem nunca se encaixar completamente, nos interessa muito.

Este é um espaço de divulgação do nosso trabalho mas também um desejo de transmissão da psicanálise através de discussões de temas que nos encontram na clínica e na cultura.

COMO FUNCIONA

Resta Um é um projeto que surge do desejo comum entre duas amigas atravessadas pela psicanálise lacaniana. Desejo de pensar a psicanálise no um a um mas também com outros.

Assim como no jogo de mesmo nome, acreditamos que o vazio permite novos movimentos, e aquilo que resta desses movimentos, sem nunca se encaixar completamente, nos interessa muito.

Este é um espaço de divulgação do nosso trabalho mas também um desejo de transmissão da psicanálise através de discussões de temas que nos encontram na clínica e na cultura.

CONTATO E AGENDAMENTO

GABRIELA MOTA

Graduada em psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), especialista em Psicologia da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e mestra em Saúde Coletiva também pela UNIFESP. Tece experiências profissionais entre instituições de saúde e a clínica, construindo um percurso na psicanálise lacaniana nesses e em outros espaços.

CAMILLA BARATTO

Psicanalista de orientação lacaniana, formada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e especialista em Psicologia da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Faz formação continuada em psicanálise pela Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) e mestrado em Psicanálise na UNSAM em Buenos Aires.

DÚVIDAS FREQUENTES

Resta Um é um projeto que surge do desejo comum entre duas amigas atravessadas pela psicanálise lacaniana. Desejo de pensar a psicanálise no um a um mas também com outros.

Assim como no jogo de mesmo nome, acreditamos que o vazio permite novos movimentos, e aquilo que resta desses movimentos, sem nunca se encaixar completamente, nos interessa muito.

Este é um espaço de divulgação do nosso trabalho mas também um desejo de transmissão da psicanálise através de discussões de temas que nos encontram na clínica e na cultura.